10 de junho de 2013

Remember, do not forget!





Estou em um processo de auto-avaliação onde qualquer resquício inapropriado me atinge, como por exemplo as opiniões alheias, o que as pessoas acham que eu devo fazer, o que eu devo seguir, o que eu devo aceitar assim, sem ao menos contestar, sem ao menos lutar. Muitos não compreendem que cada um faz seu próprio caminho, seu destino. Não rogue praga nos outros, não pregue que sua vida (sendo boa ou ruim) vai ser igual ao dos outros. Ao longo de meses, pude me conhecer melhor, tive a oportunidade de falar comigo mesma, entende?

Tomei certas decisões que não vão agradar as más línguas, mas quem vai ter que conviver com o peso da escolhas sou eu, não você. Pessoas se sentem ofendidas o tempo todo, eu decidi tirar coisas e pessoas da minha vida, mesmo àquelas que sempre estiveram comigo, pelo simples fato de não me fazerem (mais) bem. Sinto muito, mas eu mudei, eu cresci, eu sou outra pessoa e vou continuar sendo outra a cada mês, ano, década, porque é esse o sentido da vida, crescer e amadurecer. Aprender com seus erros, a terra não é o nosso planeta, não é nossa casa, é nossa escola, estamos aqui de passagem, e eu pretendo fazer o meu melhor, sempre seguindo em frente, com MINHAS decisões. Independente de ser rude, narcisista, arrogante, ou egoísta, eu escolhi assim. Há muitas pessoas que ao longo do tempo me levaram para baixo, influenciaram nas minhas escolhas, talvez sem querer, mas eu preciso de pessoas que pensam como eu, que acreditam em um mundo alternativo, que não precisam beber, fumar, ir para festas, ou sei lá o que a maioria dos transeuntes pensam.

A vida pede um recomeço, tudo aqui é um ciclo, é mudança, é fase! Não se engane, não sou melhor nem pior que você, que ninguém, só penso diferente, e percebi que eu faço tudo diferente, então mesmo que os medos me assombrem eu sempre preciso me lembrar que não sou comum, não sou igual, então minha vida não vai ser igual, não preciso ter esse tipo de medo! Preciso sempre me lembrar de como me sentia quando escrevo esses textos, porque eu posso estar perdida, mas com minhas palavras sempre poderei me encontrar. Escrever é a minha vida, é o que me mantém sã, é o que nunca vai me abandonar ou decepcionar, e o resto? Os outros? Os transeuntes? São só transeuntes.

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